25 de setembro de 2019 jesianerocha 0Comment

 

A peça “Castelo de Sangue”, do grupo teatral Trupe Alumiarmente, estará em cartaz neste fim de semana (28 e 29 de setembro), no Teatro João Lyra Filho, com início sempre às 19h30 (pontualmente). A fascinante história narra a guerra entre os reinos de Tarântos e Brecht que perdurava por anos e culminou na morte do rei do castelo de Brecht, que teve sua cabeça arrancada pelos Tarânos. Entrada permitida para maiores de 14 anos. Ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.

 

Com a morte do rei, um complexo de vingança, loucura, amor e ódio toma conta das paredes do castelo. A desconfiança entre os três filhos do rei dá seguimento ao enredo de suspense. Um filho não se conforma com a morte do pai e quer vingança a qualquer preço, ao mesmo tempo em que começa desconfiar que talvez seu pai não tenha sido morto pelos Tarânos, mas sim, pelo seu próprio irmão, Arthur. Este por sua vez está focado apenas em descobrir o que o irmão Guilherme viu na noite do assassinato. Inicia-se então um grande jogo familiar entre os três irmãos.

 

 

Sobre a Trupe Alumiarmente

Em 2006, jovens artistas se reuniram com o propósito de inovar a cena teatral da cidade de Caruaru-PE. Eles não queriam mais enxergar o teatro apenas como forma de entretenimento, mas sim, como um ambiente propício ao debate social. Foi a partir do desejo de iluminar as mentes das pessoas, através do teatro, que surgiu o nome do grupo: Trupe Alumiarmente.

 

A Trupe Alumiarmente surgiu do desejo de investir na pesquisa cênica com o escopo de abordar em seus experimentos teatrais as mais relevantes problemáticas sociais, transformando o palco não apenas num espaço exclusivo para o entretenimento, mas também num lugar de debate, protesto e reivindicação.

 

Com mais de 10 (dez) experimentos realizados e premiados ao longo desses 13 (treze) anos, entre espetáculos, esquetes teatrais e leituras dramatizadas, a Trupe Alumiarmente se mantém viva na cena caruaruense desenvolvendo pesquisas teatrais e sociais, oficinas, textos, através de seu fundador, Emerson Deyvison e, principalmente, espetáculos

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