17 de abril de 2019 jesianerocha 0Comment

 

*Dr J Bussade

 

A gordura abdominal localizada nas mulheres pode conferir um risco três vezes maior para doenças cardíacas, em comparação com o acúmulo de gordura corporal nos glúteos. Os riscos para a saúde associados com a adiposidade abdominal subcutânea e visceral são inúmeros e incluem: Aumento dos marcadores inflamatórios, dislipidemia (alterações do colesterol e triglicérides), resistência insulínica, que pode levar à obesidade e esteatose
hepática.

De fato, estes dados sugerem que a adiposidade abdominal pode estar associada à uma reduzida secreção do GH (Hormônio do Crescimento) em mulheres saudáveis, mesmo na ausência de sobrepeso ou obesidade, e que a diminuição da secreção do GH pode estar associada com o aumento dos marcadores de risco cardiovascular.

O acompanhamento da composição corporal é importante para a prevenção das doenças crônicas, cardiovasculares e das alterações endócrinas. A análise da composição corporal pode ser feita por um profissional da área da saúde através da Bioimpedância.Mulheres devem manter um percentual de gordura fisiológico aproximado de 18 a 28% e nos homens de 10 a 20% (em ambos os sexos pode variar com a idade do indivíduo).

A importância da análise da massa muscular esquelética deve ser aqui ressaltada, devendo estar nos limites da normalidade, evitando assim um quadro de sarcopenia ou perda  de massa muscular, que normalmente acomete os indivíduos com mais de 50 anos.

*Artigo escrito por Dr J Bussade | Médico Cirurgião, Nutrólogo e Pioneiro Mundial da Prática Estética Ortomolecular.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *